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domingo, 29 de maio de 2011

Nem sempre o final acaba em felizes para sempre

Quando nascemos a primeira coisa que se deparamos é com o amor e atenção de nossa família. Os ensinamentos e o carinho oferecido por pai, mãe e irmãos é algo insubstituível e de extrema importância, pois levaremos isso para o resto de nossas vidas e passaremos para as  gerações seguintes.
O laço de união entre familiares é sintonia total, pois sempre sabem o que esta ocorrendo com os demais membros da casa com apenas um olhar. Procuramos ter um convívio saudável, com conversas, distrações e educação, com a intenção de levar como conhecimento para o dia-a-dia e para a vida.
Os anos vão passando, as crianças vão crescendo, se desenvolvendo física e mentalmente, aprendendo coisas novas, conhecendo novos “mundos”, começando a criar sonhos e objetivos, sendo eles de estudo, profissão, independência, vão amadurecendo de forma geral, levando essas novas descobertas para dentro de casa, e sempre com a opinião, autorização e respeito dos pais.
Mas como a vida não é um conto de fadas, aquela família que antes era sinônimo de união e felicidade, não acaba com um final feliz, pois no decorrer dos anos, as coisas não tomam o rumo que deveria, e cada um vai para um canto, deixando de ser as maravilhas de antes, e ficando apenas a saudade e as lembranças dos tempos bons, de alegrias, e a realidade de que tudo isso não volta mais, e o pouco que sobrou jamais será como antes.
Rebeca S. Scalco

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